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PRODAH - Programa de Transtornos de Déficit de Atenção/Hiperatividade - UFRGS

FATORES PSICOLÓGICOS ENVOLVIDOS NA ADESÃO A PISCOFARMACOS

FATORES PSICOLÓGICOS ENVOLVIDOS NA ADESÃO A PISCOFARMACOS

A adesão aos psicofármacos é essencial para o tratamento efetivo dos pacientes psiquiátricos. Pensando nisso, uma revisão sistemática publicada em 2020 no Patient Education and Counseling Journal  buscou analisar na literatura vigente fatores psicológicos de controle de saúde que estivessem relacionados a adesão ao tratamento medicamentoso. 

Ao todo foram incluídos 29 estudos, totalizando uma amostra de 222 adolescentes, a maioria com Transtorno de Déficit De Atenção/ Hiperatividade (TDAH), e 6139 adultos, diagnosticados especialmente com esquizofrenia, Transtorno de Humor Bipolar ou Transtorno Depressivo.

De acordo com o estudo, a adesão aos psicofármacos depende de diversos fatores sociodemográficos, clínicos e psicológicos. Ela está relacionada às crenças que os pacientes têm acerca da saúde e a variáveis psicológicas como a auto-eficácia e o locus de controle.

As principais razões encontradas para a não-adesão à farmacoterapia foram os efeitos adversos e a falta de motivação.  Além disso, a não-adesão medicamentosa foi associada com menores níveis de escolaridade e de status socioeconômico. Como escrevem os autores, isso poderia influenciar as percepções do indivíduo acerca da sua saúde mental e o seu comportamento em relação a sua saúde.

No geral, o diagnóstico e a duração do tratamento farmacológico não foram capazes de prever a adesão, apesar de que os sintomas e a gravidade da doença foram associados com a adesão medicamentosa.

Quanto a não-adesão não intencional, uma das principais barreiras encontradas foi a do esquecimento. 

Altas taxas de adesão foram relacionadas com uma maior percepção do indivíduo da necessidade do uso de tratamento medicamentoso e com o desejo de evitar readmissão no hospital. A participação no processo de decisão foi um fator também capaz de aumentar a adesão e a satisfação de alguns pacientes.

Além disso, foi encontrada uma associação positiva entre adesão e bem-estar, qualidade de vida e suporte familiar. Como escrevem os autores, isso corrobora a relevância de relações interpessoais positivas no processo de adesão aos medicamentos.

Sendo assim, como concluem os pesquisadores, são necessários programas multifacetados para promover a melhor adesão. Por exemplo, a educação dos pacientes poderia incluir o aumento da confiança nos medicamentos (aumento da percepção da necessidade) bem como informações sobre como a adesão aos medicamentos poderia aumentar a qualidade de vida. Além disso, também poderiam ser empregadas intervenções que incluam o comprometimento da família no tratamento do paciente, bem como uma participação mais ativa do paciente no processo de decisão.

Referência:
Marrero RJ, Fumero A, de Miguel A, Peñate W. Psychological factors involved in psychopharmacological medication adherence in mental health patients: A systematic review. Patient Educ Couns. 2020 Oct;103(10):2116-2131. doi: 10.1016/j.pec.2020.04.030. Epub 2020 May 7. PMID: 32402489.

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FATORES QUE INFLUENCIAM A INICIAÇÃO, IMPLEMENTAÇÃO E DESCONTINUAÇÃO DE MEDICAMENTOS NO TDAH

FATORES QUE INFLUENCIAM A INICIAÇÃO, IMPLEMENTAÇÃO E DESCONTINUAÇÃO DE MEDICAMENTOS NO TDAH

É consenso que os medicamentos estimulantes são altamente eficazes no tratamento dos sintomas do TDAH. Contudo, como toda medida terapêutica, a adesão é um fator determinante na eficácia. Como forma de entender o fenômeno, um artigo publicado em fevereiro de 2020 buscou analisar quais fatores influenciavam na adesão nas suas diferentes fases: iniciação, implementação e descontinuação.

Foram conduzidos 3 grupos focais com 20 adultos com TDAH em diferentes áreas metropolitanas de Sydney, Austrália. Nesses grupos, os participantes respondiam perguntas e podiam interagir e discutir com o auxílio de um moderador.

Os resultados do estudo mostraram que alguns fatores influenciavam fases específicas da adesão enquanto outros estavam presentes nas diferentes fases.

Durante a iniciação, os adultos tomam a decisão de aderir a medicação conforme a percepção que eles têm de que precisam fazer uso dela e os receios quanto aos efeitos adversos. Essa percepção é influenciada pelas experiências negativas que eles tiveram com o TDAH. Portanto, quando essa percepção da necessidade é maior que os receios, os pacientes adultos decidem por iniciar o uso de medicamentos. 

Durante a fase de implementação, os adultos passam a ser influenciados pelas experiências do uso da medicação. Essa decisão leva em conta o balanço entre os benefícios observados e as experiências com efeitos adversos e o estigma. Sendo assim, a adesão nessa fase poderia ser melhorada ao assegurar que a medicação e o regime de dose apropriados tenham sido implementados. Outro fator que influenciava a adesão nessa fase era o esquecimento, com pacientes frequentemente esquecendo de tomar a medicação ou não lembrando se já tinham ou não tomado.

Por fim, os achados do estudo mostraram que os efeitos adversos são a principal razão para a descontinuação e que os adultos tomam conscientemente a decisão de aderir ou não, predominando, portanto, uma não-adesão intencional. Outros fatores que influenciavam a descontinuação foram o medo de dependência e a capacidade de se auto-regular sem uso de remédios.

Referência:
Khan MU, Aslani P. Exploring factors influencing initiation, implementation and discontinuation of medications in adults with ADHD. Health Expect. 2020 Feb 7. doi: 10.1111/hex.13031. Epub ahead of print. PMID: 32032467.

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TDAH EM ADULTOS: COMO SABER SE VOCÊ TEM TDAH?

TDAH EM ADULTOS: COMO SABER SE VOCÊ TEM TDAH?

 

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), ao contrário de que muitos pensam, não é apenas um problema de crianças e adolescentes. Algumas estimativas apontam que cerca de 2.5 a 3,4% da população adulta ao redor do globo possui TDAH. Além disso, o TDAH é um transtorno que na maioria dos casos persiste da infância até a vida adulta.

Adultos com TDAH também sofrem frequentemente de outros transtornos psiquiátricos comórbidos, como: Transtornos de Humor, Transtornos de Ansiedade e Transtorno de uso de substâncias.

Muitas pessoas podem acabar recebendo o diagnóstico de TDAH apenas na vida adulta. Em algumas situações, os sintomas se tornam mais evidentes à medida em que as demandas se tornam mais complexas, como é o caso da entrada no ensino superior ou no mercado de trabalho, ou mesmo a simples saída de casa da família para morar sozinho.

Com a popularização recente do TDAH e do uso de estimulantes na mídia, muitas pessoas passaram a se questionar sobre a possibilidade de possuírem o transtorno. Não somente pessoas que por ventura não receberam ao diagnóstico, mas também indivíduos que não possuem TDAH, dado que alguns dos sintomas associados ao transtorno são relativamente comuns.

Então, como você pode saber se é um candidato a receber uma avaliação para TDAH? 

As manifestações do TDAH tendem a ser um pouco diferentes em adultos e crianças. Adultos tendem a sofrer mais de problemas de desatenção ao passo que os sintomas de hiperatividade são menos proeminentes.

De maneira geral, adultos com TDAH sofrem de problemas como:

– Dificuldade para organizar tarefas e priorizar atividades

– Dificuldade para iniciar e completar tarefas

– Esquecimento

– Procrastinação

– Pouca habilidade para manejar do tempo

– Labilidade emocional, irritabilidade e falta de motivação

– Impulsividade

Esses problemas podem levar a consequências como:

– Dificuldade em realizar os compromissos do dia-a-dia como limpeza da casa, pagamento de contas, etc.

– Grande variabilidade na produtividade. Com momentos de trabalho excessivo e períodos de inércia

– As tarefas são realizadas apenas de última hora ou não chegam a ser feitas.

– Perda de prazos ou compromissos

– Problemas no trabalho ou na performance acadêmica, com perda ou abandono de empregos

– Problemas nos relacionamentos por esquecimento ou por não completar compromissos

– Maiores taxas de acidentes de trânsito ou multas de trânsito por desatenção ou impulsividade  e maiores taxas de abuso de substâncias

– Sentimento de inquietude, incapacidade de aguardar sua vez de falar ou ser atendido.  Comportamentos como falar demais ou interromper os outros.

O que fazer se você suspeitar que tem TDAH?

Se você suspeita de que possa ter TDAH, é importante que você receba uma avaliação por um profissional de saúde mental habilitado. O diagnóstico de TDAH engloba uma avaliação detalhada de vários aspectos da vida de um indivíduo e as vezes pode ser necessário mais de um encontro com o especialista para firmar o diagnóstico. É necessário também que sejam descartadas outras causas que possam explicar os sintomas como outros transtornos psiquiátricos e até mesmos problemas de saúde física como doenças da tireoide. Após a investigação, o profissional de saúde pode determinar qual o tratamento mais adequado, como uso de medicamentos estimulantes e terapia cognitivo-comportamental, caso seja necessário.

Referências:

Fayyad J, De Graaf R, Kessler R, Alonso J, Angermeyer M, Demyttenaere K, De Girolamo G, Haro JM, Karam EG, Lara C, Lépine JP, Ormel J, Posada-Villa J, Zaslavsky AM, Jin R. Cross-national prevalence and correlates of adult attention-deficit hyperactivity disorder. Br J Psychiatry. 2007 May;190:402-9. doi: 10.1192/bjp.bp.106.034389. PMID: 17470954.

https://www.cdc.gov/ncbddd/adhd/diagnosis.html

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APONTANDO A DIFERENÇA ENTRE DEMÊNCIA E TDAH EM ADULTOS MAIS VELHOS.

APONTANDO A DIFERENÇA ENTRE DEMÊNCIA E TDAH EM ADULTOS MAIS VELHOS.

Nós podemos pensar que um aumento do esquecimento na idade avançada é um sinal de alarme de declínio cognitivo ou demência. Contudo, parece que alguns dos sintomas cognitivos podem ser manifestações de outra condição crônica: o déficit de atenção e hiperatividade (TDAH).

Como Stephanie Collier – psiquiatra no hospital McLean- escreve, enquanto muitos de nós pensamos no TDAH como uma doença da infância, ele pode afetar adultos mais velhos. De fato, cerca de 3 em cada 100 adultos tem TDAH.

A pratica clínica e a pesquisa sobre TDAH têm aumentado: cada vez mais pessoas têm recebido diagnóstico e tratamento para o TDAH, e pesquisadores acreditam que o TDAH é uma das desordens mais herdáveis da medicina. Entretanto, por conta do TDAH ter sido mais compreendido nas últimas décadas, para muitos, ele passou despercebido, e a pesquisa e pratica clínica com adultos mais velhos com TDAH é ainda escassa.

“Pessoas mais velhas com TDAH que nunca foram diagnosticadas podem temer que estão desenvolvendo demência porque são distraídas e esquecidas”, disse Kathleen Nadeau, fundadora e diretora clínica do The Chesapeake Center ADHD,Learning and Behavioral Health.

Apesar disso, ela diz, é difícil encontrar médicos experientes: “muito poucos neurologistas tiveram algum treinamento sobre como reconhecer e diagnosticar o TDAH em adultos.”

E, devido aos sintomas se assemelharem aos da demência, declínio cognitivo leve ou envelhecimento normal, é preciso ter um olhar crítico e fazer uma análise cuidadosa para se diagnosticar corretamente adultos mais velhos com TDAH.

Procurando sinais de TDAH não diagnosticado em adultos

“Para distinguir o TDAH de alterações cognitivas relacionadas a idade é preciso entender que o TDAH é um transtorno da infância e adolescência que persiste na vida adulta”, disse Paul Goodman, professor assistente de psiquiatria e ciências do comportamento na Johns Hopkins University School of Medicine.

Para averiguar se os pacientes tiveram TDAH no início da vida, Goodman geralmente pergunta para seus pacientes sobre seus sintomas no ensino fundamental e no ensino médio, na faculdade ou no início da carreira de trabalho.

De acordo com J Russell Ramsay, professor associado de psicologia clínica na University of  Pennsylvania Perelman School of Medicine, os membros da família podem ajudar a relembrar a presença desses sintomas durante a vida de uma pessoa. Relatórios escolares também podem fornecer pistas.

As pessoas podem ter tido dificuldade de se concentrar nas aulas. Talvez elas tenham sido conhecidas como os “palhaços da turma”. Alguns podem não ter avançado os estudos tanto quanto queriam. Elas podem ter trocado de emprego frequentemente. No trabalho, as pessoas podem ter tido dificuldade em completar as tarefas com eficiência, falhando em seguir os cronogramas e trabalhando extra para compensar por sua procrastinação.

“O TDAH não aparece repentinamente quando você tem 75 anos”,disse Nadeau. “Para fazer o diagnóstico diferencial, você precisa colher informações de fontes confiáveis, pessoas que conhecem o paciente há muitos anos. ”

Segundo Ramsay, os médicos também podem diferenciar melhor se uma pessoa está apresentando sintomas de TDAH ao invés de outras condições perguntando sobre suas habilidades de auto-regulação – como ela maneja o tempo, organiza suas tarefas e se motiva para completar as atividades.

Algumas pessoas podem ter tido sintomas de TDAH muito leves para um diagnóstico formal, disse Nadeau, especialmente aquelas com um QI alto que podem ter sido capazes de compensar os problemas do TDAH. Entretanto, os sintomas das pessoas podem piorar conforme elas assumem tarefas mais complexas.

O vai e vem dos sintomas do TDAH

“Nós temos estereótipos de que pessoas com TDAH são todas hiperativas, são maus alunos e de que elas não chegam muito longe na vida”, disse Nadeau. “De fato essas pessoas existem, mas o TDAH aparece entre uma gama variada de habilidades”.

Nadeau tinha um paciente que era um estudante de sucesso com um diploma e mestrado em Harvard. Ao ser deparado com a tarefa difícil de completar sua dissertação para seu doutorado em filosofia, os seus sintomas de TDAH pioraram.

“Ele apenas não conseguia se organizar para fazer esse projeto longo”, disse Nadeau.

“O que nós observamos é que se as pessoas são espertas, moram em lares acolhedores e bem organizados e vão para escolas que não são terrivelmente desafiadoras para elas, elas podem ser estudantes notáveis. E mesmo assim elas têm TDAH, e o TDAH começa a se manifestar conforme a escola se torna mais demandante. ”

Os sintomas de TDAH também podem aflorar quando as pessoas perdem a estrutura de suas vidas. Em adultos com TDAH, isso pode ocorrer junto com a aposentadoria.

Muitos podem achar que o abandono da rotina diária de trabalho seja um grande ajuste, e para adultos com TDAH, isso pode fazer com que os sintomas apareçam. Esses sintomas podem causar dificuldades de sono e alimentação, o que por sua vez pode exacerbar ainda mais os sintomas. Adultos mais velhos com TDAH podem se sentir inquietos, inadequados socialmente, interrompendo outros durante conversas e falando impulsivamente. Eles podem apresentar também lapsos de memória.

Como Ramsay coloca: “Por mais que reclamemos da escola e do trabalho, eles dão estrutura para o nosso dia.”

Tratando o TDAH em adultos mais velhos

Estimulantes usados para o tratamento em crianças e adolescentes, como metilfenidato e dextroanfetamina, têm sido efetivos para tratar os sintomas em adultos mais velhos, de acordo com Goodman. “As pessoas mais velhas tendem a responder igualmente bem a essas medicações”, diz ele.

No geral, adultos mais velhos precisam de doses mais baixas de medicação. Para os seus pacientes, Goodman diz que ele iniciaria com uma dose baixa e aumentaria aos poucos conforme os sintomas clínicos. Os médicos também devem considerar os riscos cardíacos dessas medicações, incluindo aumento da frequência cardíaca e pressão sanguínea.

Mudanças de estilo de vida como alimentação saudável, bom sono e exercício regular também podem ser benéficas para pessoas com TDAH.

“Quando fazemos exercícios aeróbicos, nosso cérebro produz essa proteína chamada BDNF, que significa fator neurotrofico derivado do cérebro”, disse Nadeau. “O BDNF promove crescimento de novos neurônios no nosso cérebro o que melhora a memória. Eu sempre falo para os idosos com TDAH sobre como é importante se exercitar o suficiente para produzir uma frequência cardíaca de até 80% o máximo por pelo menos 20/30 min por dia.”

De acordo com Collier, exercício regular ajuda a impulsionar a dopamina, norepinefrina e serotonina no cérebro, potencialmente ajudando na atenção, enquanto a melhora do sono e da rotina de sono, pedir suporte da família ou de outros para criar estrutura e simplificar tarefas e criar lembretes para lembrar das atividades diárias podem ajudar a criar estrutura e diminuir os sintomas de TDAH.

Ramsay diz que a terapia cognitivo-comportamental – que tem sido efetiva em tratar depressão e ansiedade – pode também ser benéfica para pessoas com TDAH, especialmente para adultos mais velhos entrando na aposentadoria.

“ Se você suspeita que seus sintomas podem ser o resultado do TDAH, especialmente se algum membro próximo da família recebeu o diagnóstico,” escreve Collier, “não hesite em pedir para o médico generalista um encaminhamento para um especialista especializado no diagnóstico e manejo do TDAH e adultos mais velhos.”

Artigo adaptado e traduzido de https://www.beingpatient.com/adhd-in-older-adults/

Comentário da equipe do PRODAH:
A mensagem central da matéria de que o TDAH pode estar presente na terceira idade e que devemos avaliar a sua presença é fundamental. Como ilustração, a idade mais avançada para um diagnóstico na terceira idade feito pela equipe do PRODAH foi 82 anos. O paciente, hoje, aos 88 anos, está muito melhor com o tratamento implementado. Entretanto, algumas das considerações contidas na matéria são ainda especulativas. Por exemplo, não sabemos ao certo qual o grau de eficácia da terapia cognitiva comportamental em idosos com TDAH, ou por quais mecanismos neurobiológicos o exercício aeróbico parece melhorar a atenção. Por fim, na presença dos sintomas de disfunção executiva importantes na terceira idade sempre é prudente também termos uma avaliação por médico com experiência com os diversos tipos de demência.

O Programa de Transtornos de Déficit de Atenção/Hiperatividade (ProDAH) é uma área de atividades do Serviço de Psiquiatria da Infância e da Adolescência e do Serviço de Psiquiatria do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) e do Departamento de Psiquiatria e Medicina Legal da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) dedicada ao ensino, pesquisa e atendimento a pacientes com o transtorno.
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