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PRODAH - Programa de Transtornos de Déficit de Atenção/Hiperatividade - UFRGS

TDAH EM ADULTOS: COMO SABER SE VOCÊ TEM TDAH?

TDAH EM ADULTOS: COMO SABER SE VOCÊ TEM TDAH?

 

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), ao contrário de que muitos pensam, não é apenas um problema de crianças e adolescentes. Algumas estimativas apontam que cerca de 2.5 a 3,4% da população adulta ao redor do globo possui TDAH. Além disso, o TDAH é um transtorno que na maioria dos casos persiste da infância até a vida adulta.

Adultos com TDAH também sofrem frequentemente de outros transtornos psiquiátricos comórbidos, como: Transtornos de Humor, Transtornos de Ansiedade e Transtorno de uso de substâncias.

Muitas pessoas podem acabar recebendo o diagnóstico de TDAH apenas na vida adulta. Em algumas situações, os sintomas se tornam mais evidentes à medida em que as demandas se tornam mais complexas, como é o caso da entrada no ensino superior ou no mercado de trabalho, ou mesmo a simples saída de casa da família para morar sozinho.

Com a popularização recente do TDAH e do uso de estimulantes na mídia, muitas pessoas passaram a se questionar sobre a possibilidade de possuírem o transtorno. Não somente pessoas que por ventura não receberam ao diagnóstico, mas também indivíduos que não possuem TDAH, dado que alguns dos sintomas associados ao transtorno são relativamente comuns.

Então, como você pode saber se é um candidato a receber uma avaliação para TDAH? 

As manifestações do TDAH tendem a ser um pouco diferentes em adultos e crianças. Adultos tendem a sofrer mais de problemas de desatenção ao passo que os sintomas de hiperatividade são menos proeminentes.

De maneira geral, adultos com TDAH sofrem de problemas como:

– Dificuldade para organizar tarefas e priorizar atividades

– Dificuldade para iniciar e completar tarefas

– Esquecimento

– Procrastinação

– Pouca habilidade para manejar do tempo

– Labilidade emocional, irritabilidade e falta de motivação

– Impulsividade

Esses problemas podem levar a consequências como:

– Dificuldade em realizar os compromissos do dia-a-dia como limpeza da casa, pagamento de contas, etc.

– Grande variabilidade na produtividade. Com momentos de trabalho excessivo e períodos de inércia

– As tarefas são realizadas apenas de última hora ou não chegam a ser feitas.

– Perda de prazos ou compromissos

– Problemas no trabalho ou na performance acadêmica, com perda ou abandono de empregos

– Problemas nos relacionamentos por esquecimento ou por não completar compromissos

– Maiores taxas de acidentes de trânsito ou multas de trânsito por desatenção ou impulsividade  e maiores taxas de abuso de substâncias

– Sentimento de inquietude, incapacidade de aguardar sua vez de falar ou ser atendido.  Comportamentos como falar demais ou interromper os outros.

O que fazer se você suspeitar que tem TDAH?

Se você suspeita de que possa ter TDAH, é importante que você receba uma avaliação por um profissional de saúde mental habilitado. O diagnóstico de TDAH engloba uma avaliação detalhada de vários aspectos da vida de um indivíduo e as vezes pode ser necessário mais de um encontro com o especialista para firmar o diagnóstico. É necessário também que sejam descartadas outras causas que possam explicar os sintomas como outros transtornos psiquiátricos e até mesmos problemas de saúde física como doenças da tireoide. Após a investigação, o profissional de saúde pode determinar qual o tratamento mais adequado, como uso de medicamentos estimulantes e terapia cognitivo-comportamental, caso seja necessário.

Referências:

Fayyad J, De Graaf R, Kessler R, Alonso J, Angermeyer M, Demyttenaere K, De Girolamo G, Haro JM, Karam EG, Lara C, Lépine JP, Ormel J, Posada-Villa J, Zaslavsky AM, Jin R. Cross-national prevalence and correlates of adult attention-deficit hyperactivity disorder. Br J Psychiatry. 2007 May;190:402-9. doi: 10.1192/bjp.bp.106.034389. PMID: 17470954.

https://www.cdc.gov/ncbddd/adhd/diagnosis.html

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COMO LIDAR COM A IMPULSIVIDADE EM CRIANÇAS E ADULTOS

COMO LIDAR COM A IMPULSIVIDADE EM CRIANÇAS E ADULTOS

Um dos sintomas que podem estar presente no TDAH e que muitas vezes acaba sendo negligenciado é a impulsividade. Assim como a hiperatividade e a desatenção, a impulsividade também está relacionada a déficits nas funções executivas. Além disso, ela parece se relacionar diretamente com a hiperatividade: os sinais da hiperatividade, como incapacidade de permanecer sentado, também dependem de uma capacidade diminuída de auto regulação e de controle dos impulsos.

Algumas das manifestações da impulsividade são: comportamento agressivo e raiva explosiva, gasto impulsivo de dinheiro, comportamento de risco incluindo comportamento sexual de risco, abuso de substâncias, gasto em jogos de azar e compulsão alimentar.

O descontrole dos impulsos pode ter um impacto negativo na qualidade de vida, podendo se manifestar na infância, adolescência ou idade adulta. Crianças com problemas de controle de impulso tendem a apresentar problemas na escola, tanto no aspecto social quanto acadêmico. Elas podem ter mais risco de se envolver em brigas com os colegas e de não completarem as tarefas escolares.

Ainda que a causa exata da impulsividade não seja bem compreendida, ela se relaciona com alterações químicas no lobo frontal, especialmente no balanço da dopamina.

Além do TDAH, a  impulsividade está presente também em outros transtornos psiquiátricos classificados no DSM-5 (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders) como Transtornos Disruptivos, de controle de impulso ou de conduta. Nessa categoria se enquadram o transtorno de conduta e transtorno opositor-desafiador.

Outros transtornos psiquiátricos que podem eventualmente cursar com impulsividade são: bipolaridade, Transtorno Obsessivo Compulsivo, Doença de Parkinson, abuso de substâncias e Síndrome de Tourette.

Problemas de controle de impulso são mais frequentes no sexo masculino. Porém, existem alguns outros fatores de risco como histórico de abuso, negligência/abuso por parte dos pais na infância ou pais com problemas de abuso de substâncias.

Abaixo seguem algumas dicas de como você pode auxiliar seu filho no controle dos impulsos:

  • Converse com seu médico sobre os problemas do seu filho e busque ajuda. Procurar atendimento com um psiquiatra/psicoterapeuta especialista em crianças pode ser uma boa ideia.
  • Seja um bom exemplo para o seu filho. As crianças tendem a observar e modelar o comportamento dos pais.
  • Estabeleça limites e mantenha sua palavra
  • Estabeleça uma rotina para que o seu filho saiba o que esperar
  • Parabenize seu filho quando ele exibir bom comportamento

E quanto aos adultos?

Adultos com problemas de controle de impulsos podem ter dificuldade de controlar seu comportamento no calor do momento, podendo sofrer com sentimento de culpa e vergonha após o ocorrido. É importante ter alguém em que você confie para conversar sobre suas dificuldades com o manejo dos impulsos. Ter uma válvula de escape, algum meio para se expressar, pode ajudar na hora de trabalhar seu comportamento.

A terapia é uma base central no tratamento. Algumas das opções são:

  • Terapia individual como TCC – terapia cognitivo comportamental
  • Terapia familiar ou de casal
  • Terapia de grupo para adultos
  • Ludoterapia para crianças

Além da psicoterapia, remédios psiquiátricos também podem ser usados, como os estimulantes para o TDAH, antidepressivos e estabilizadores de humor. Nesse caso, é necessária avaliação médica, e o médico poderá ajustar doses e encontrar a medicação mais adequada.

 

Artigo adaptado e traduzido de https://www.healthline.com/health/mental-health/impulse-control

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COMO POSSO AJUDAR MEU FILHO COM TDAH A ADORMECER?

COMO POSSO AJUDAR MEU FILHO COM TDAH A ADORMECER?

Como entender o TDAH e o sono interrompido

O sono é a pedra angular do bem-estar em todas as idades, especialmente para crianças em crescimento. Quando é hora de dormir para uma criança com transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), as dificuldades com o sono podem aparecer, afetando os pais e a criança. De fato, estudos mostraram que até sete em cada dez crianças com TDAH apresentam distúrbios clínicos do sono.

Uma falsa sensação de segurança

Uma sensação de alívio e tranquilidade poderia tomar conta dos pais quando uma criança com TDAH vai para a cama. Problemas relacionados ao sono podem incluir resistência a ir para a cama, dificuldade em adormecer, permanecer adormecido ou acordar muito cedo.

Os pais podem reagir inicialmente com pavor: “Por favor, deixe-me ter paz à noite!” Ou ceticismo: “A noite deveria ser a hora em que meu filho estaria calmo.” Quando distúrbios do sono e sono irregular passam despercebidos, normalmente há um impacto negativo no funcionamento diurno que pode piorar os sintomas do TDAH.

Na encruzilhada entre sono ruim e TDAH

Crianças com dificuldades do sono podem apresentar hiperatividade, impulsividade ou irritabilidade, enquanto os adultos têm maior probabilidade de sentir sonolência, fadiga e baixa energia. Uma avaliação médica cuidadosa do sono sempre deve ser realizada antes do diagnóstico do TDAH e do início do tratamento.

Crianças com TDAH apresentam taxas mais altas de sonolência diurna e risco aumentado de distúrbios do sono (por exemplo, respiração desordenada do sono, síndrome das pernas inquietas, movimentos periódicos dos membros durante o sono e distúrbios do ritmo circadiano) do que crianças não afetadas pelo TDAH.

Quando uma criança já foi diagnosticada, outro fator complicador a considerar é que os tratamentos baseados em evidências para o TDAH (por exemplo, as várias preparações estimulantes derivadas da anfetamina ou o metilfenidato) podem exacerbar a insônia e os distúrbios do sono. Além disso, distúrbios psiquiátricos co-ocorrentes (por exemplo, depressão e ansiedade) comuns em crianças com TDAH podem afetar o sono, a energia e a concentração.

Solução de problemas para a hora do sono

Os tratamentos comportamentais do sono funcionam. Embora um plano comportamental de sono deva ser guiado por um médico treinado, aqui estão algumas dicas experimentadas de higiene do sono que podem ser implementadas em casa, para uma melhor qualidade do sono:

– Crie um bom ambiente de sono, o que significa uma sala escura e fresca com distrações mínimas;

– Estabeleça uma rotina regular de quando dormir e acordar (mesmo nos finais de semana);

– Remova as distrações do quarto, como TVs, computadores, telefones e dispositivos de jogos;

– Evite refeições grandes antes de dormir;

– Faça exercícios regularmente e mantenha uma dieta saudável;

– Evite cochilos durante o dia;

– Garanta que as crianças tenham a oportunidade de dormir adequadamente. Pré-escolares geralmente precisam de 10 a 13 horas de sono por noite, enquanto as crianças em idade escolar precisam de 9 a 11 horas.

Incluir uma avaliação médica

À medida que cresce a nossa compreensão da relação entre o TDAH e o sono interrompido, também cresce a nossa apreciação da necessidade de diagnosticar e tratar com sucesso os distúrbios co-ocorrentes do sono mais cedo, para evitar o risco de complicações mais tarde na vida. É mais saudável para a criança obter um diagnóstico correto.

Vários medicamentos comumente usados ​​para o TDAH podem causar insônia ou sono fragmentado, além de outros efeitos colaterais potencialmente indesejados (por exemplo, ansiedade, irritabilidade e diminuição do apetite). Se houver um distúrbio do sono subjacente que esteja contribuindo ou causando sintomas do TDAH, ele deve ser identificado e tratado.

Para recuperar uma hora de dormir tranquila em sua casa, converse com seu pediatra ou um especialista em sono para explorar a gama de opções de tratamento eficazes que existem para crianças com TDAH e distúrbios do sono que co-ocorrem.

O co-autor Chester Wu, MD, treinado em psiquiatria de adultos e medicina do sono, é psiquiatra da equipe dos Serviços Ambulatoriais de Menninger. Ele é professor assistente do Departamento Menninger de Psiquiatria e Ciências Comportamentais da Baylor College of Medicine.

Artigo adaptado e traduzido, publicado em 5 de novembro de 2019, no blog psychology today.

Outras referências:

  1. Corkum P, Tannock R, Moldofsky H. Sleep disturbances in children with attention-deficit/hyperactivity disorder. J Am Acad Child Adolesc Psychiatry. 1998;37(6):637-46.
  2. Cortese S, Konofal E, Yateman N, Mouren MC, Lecendreux M. Sleep and alertness in children with attention-deficit/hyperactivity disorder: a systematic review of the literature. Sleep. 2006;29(4):504-11.
  3. Hiscock H, Sciberras E, Mensah F, et al. Impact of a behavioural sleep intervention on symptoms and sleep in children with attention deficit hyperactivity disorder, and parental mental health: randomised controlled trial. BMJ. 2015;350:h68.

https://www.psychologytoday.com/us/blog/mind-matters-menninger/201911/how-can-i-help-my-child-adhd-fall-asleep

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O APLICATIVO FOCUS VAI MUDAR!

O APLICATIVO FOCUS VAI MUDAR!

O Focus TDAH está constantemente em processo de melhoria e atualização. Para que possamos seguir desenvolvendo uma solução para melhor atender às necessidades dos pacientes com TDAH, precisamos de SUA CONTRIBUIÇÃO.

Acesse o link da pesquisa e dê sua opinião. A construção do FOCUS TDAH 2020 começa agora. Participe!

Em dezembro já teremos algumas mudanças. Veja o que será implementado.

Acesse: www.focustdah.com.br

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DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DO TDAH GRATUITOS NO SUS

DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DO TDAH GRATUITOS NO SUS

CHEGOU A HORA DO MINISTÉRIO DA SAÚDE OUVIR A SUA VOZ!

A CONITEC, Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS, Ministério da Saúde, lançou hoje uma consulta pública – de número 20/2019, que estará aberta até 25 de novembro de 2019 – para elaboração de Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT), com a finalidade de apresentar as recomendações para diagnóstico e tratamento de pessoas com TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade) atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

ESTA É UMA OPORTUNIDADE ÚNICA PARA TERMOS TRATAMENTO PARA O TDAH NA REDE PÚBLICA!

Reflete um esforço de vários atores, entre eles a ABDA (Associação Brasileira do Déficit de Atenção) profissionais de saúde e educação que trabalham com TDAH.

Atualmente, é raro a CONITEC abrir chamados para doenças que não sejam as doenças raras ou de maior gravidade.

Portanto, se não houver manifestação maciça da sociedade, eles podem fechar o chamado por falta de interesse público e nunca mais abri-lo.

Assim, é fundamental que cada um leia rapidamente o PCDT ( Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas), mas, principalmente, que se Manifeste, Responda e Escreva. Por fim, divulgue nas suas listas de e-mail, WhatsApp e mídias sociais.

OBS: Ao preencher o formulário, você pode contar a sua experiência e a necessidade de acesso ao tratamento para as pessoas com TDAH, seja você pessoa que tem TDAH, familiar ou profissional.

Caso voce seja profissional, é importante se voce puder anexar artigos/textos científicos que fundamentem sua argumentação.

VOTE PELO TDAH !!!

Para ler o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT):

http://conitec.gov.br/images/Enquete/Enquete20_Escopo_PCDT_TDAH.pdf

PARA VOTAR NA ENQUETE, CLIQUE AQUI: http://formsus.datasus.gov.br/site/formulario.php?id_aplicacao=52012

Não esqueça de preencher TODO o formulário da ENQUETE, dar sua opinião e clicar em GRAVAR.

Sua participação quer dizer que, pela primeira vez, através desta consulta pública, o Ministério da Saúde ouvirá nossas vozes e poderá incorporar o tão esperado DIAGNÓSTICO, TRATAMENTO E MEDICAÇÃO PARA TDAH por meio SUS (Sistema Único de Saúde).

A Enquete termina no dia 25 de novembro.

Consulta: https://tdah.org.br/tratamento-tdah-pelo-sus-ministerio-da-saude/

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TDAH E MENOPAUSA: O QUE VOCÊ PRECISA SABER E O QUE PODE FAZER

TDAH E MENOPAUSA: O QUE VOCÊ PRECISA SABER E O QUE PODE FAZER

Já é difícil ter um transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH). Mas se você é uma mulher passando pela pré-menopausa ou menopausa, pode achar que está ficando ainda mais difícil.

A pré-menopausa ocorre nos anos que antecederam a menopausa. Pode levar alguns meses ou 10 anos, embora o tempo médio seja de quatro anos. Durante esse período, seus níveis de estrogênio diminuem até que seus ovários parem de liberar óvulos. A menopausa ocorre quando você não menstrua há 12 meses.

A diminuição dos níveis de estrogênio pode realmente exacerbar os sintomas e, para algumas mulheres, o declínio é repentino e dramático. As flutuações hormonais afetam a bioquímica do cérebro e, consequentemente, os sintomas do TDAH, de acordo com a Dra. Patricia Quinn, M.D., pediatra do desenvolvimento e diretora do National Center for Girls and Women with ADHD.

” O estrogênio é uma área muito crítica, mas muitas vezes esquecida, no tratamento de mulheres com TDAH”, diz ela. “Costumo ouvir mulheres que relatam que ao entrar na pré-menopausa elas têm mais problemas com os sintomas do TDAH ou que a medicação estimulante parece não estar funcionando tão bem quanto antes”.

Especificamente, o estrogênio afeta a liberação dos neurotransmissores serotonina e dopamina. “A deficiência de dopamina é responsável pelo aumento dos sintomas do TDAH”, disse ela, enquanto menos serotonina leva ao humor deprimido. É por isso que as mulheres se sentem tão infelizes durante os ciclos menstruais, quando os níveis de estrogênio diminuem.

“Como a falta de dopamina é um sinal característico do TDAH, essa mudança adicional na dopamina pode levar a dificuldades ainda maiores com concentração e foco”, disse Stephanie Sarkis, Ph.D, conselheira nacional certificada e conselheira de saúde mental licenciada e autora de 10 Simple Solutions to Adult ADD and Adult ADD: A Guide for the Newly Diagnosed.

Algumas mulheres também acham que seus medicamentos para o TDAH são menos eficazes durante a pré-menopausa e a menopausa. Como resultado, os médicos geralmente aumentam a dose. Mas isso pode ser ineficaz, disse Quinn, porque não há nada sendo feito sobre os baixos níveis de estrogênio.

O que você pode fazer sobre o TDAH e a menopausa

“Muitas mulheres são surpreendidas por agravamento dos sintomas do TDAH”, disse a Dra. Quinn. Mas ela e Sarkis enfatizaram que as mulheres com TDAH têm opções efetivas e, ao abordar seus sintomas, podem minimizá-los, funcionar e sentir-se melhor. Aqui estão algumas de suas sugestões.

  1. Consulte seu psiquiatra

Se seus sintomas estão piorando ou seu medicamento não está funcionando com tanta eficácia? Compartilhe essas informações com seu psiquiatra. Se você não está consultando um psiquiatra agora, encontre um especialista em TDAH, disse Sarkis.

Estimulantes e não estimulantes são altamente eficazes para aliviar os sintomas do TDAH (junto com as mudanças comportamentais). E estudos mostraram que ambos melhoram o funcionamento cognitivo e a atenção em mulheres na menopausa sem TDAH.

  1. Consulte também o seu ginecologista

Certifique-se de o seu ginecologista saiba do seu diagnóstico de TDAH (ou problemas cognitivos, se você não foi diagnosticado) e os medicamentos que está tomando. Sarkis também sugeriu que seu psiquiatra e ginecologista tenham uma comunicação aberta sobre seus sintomas.

A terapia hormonal pode ser útil para algumas mulheres na melhoria do funcionamento cognitivo. No entanto, como é controverso, a Dra. Quinn sugeriu que os pacientes e seus ginecologistas avaliam profundamente os benefícios e riscos. Por exemplo, a terapia hormonal pode ser muito arriscada para mulheres com histórico familiar de câncer de mama ou endometrial, disse ela. Mas para mulheres sem esse histórico e cujo funcionamento é dramaticamente prejudicado, a terapia hormonal pode proporcionar um grande alívio.

  1. Avalie seus pontos fortes e fracos

Identifique as áreas da sua vida que estão sendo afetadas e as atividades que se tornaram difíceis para você, disse a Dra. Quinn. As mulheres podem ter problemas extras com tudo, desde manter-se organizada e administrar seu tempo até tomar decisões, ser impulsivas e esquecer as coisas. Como disse a Dra. Quinn, pode parecer que “você está se arrastando pela lama” e as atividades do dia a dia são abundantes.

Além disso, lembre-se de que você pode ter dificuldades cognitivas mesmo quando ainda está menstruada. De fato, de acordo com a Dra. Quinn, “seu estrogênio começa a diminuir 10 anos antes do período menstrual cessar”, o que pode ocorrer entre os 30 e os 40 anos. Você também pode se sentir incapaz de gerenciar atividades que era capaz antes.

  1. Crie uma “vida favorável ao TDAH”

A Dra. Quinn sugeriu que os leitores simplifiquem suas vidas e configurem o que ela chama de uma vida favorável ao TDAH. Isso significa simplesmente levar em consideração seus sintomas, pontos fortes e desafios. Você pode contratar um organizador profissional, trabalhar com um treinador de TDAH, ser ativo e “ter tempo para si mesmo”, o que você absolutamente merece, disse ela.

Fonte:

Artigo traduzido e adaptado da publicação de Margarita Tartakovsky, M.S., no Psych Central, em 8 de out de 2018.

https://psychcentral.com/lib/adhd-and-menopause-what-you-need-to-know-and-what-you-can-do/

ADHD Weekly 2017-08-17

https://chadd.org/adhd-weekly/changing-estrogen-levels-affect-womens-adhd-symptoms-part-three/

 

Outras fontes:

https://www.additudemag.com/add-and-menopause-how-hormones-affect-adhd-symptoms/

https://www.additudemag.com/adhd-in-women-menopause-symptoms/

 

 

 

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TRAÇOS DE AUTISMO E DÉFICIT DE ATENÇÃO ASSOCIADO AO PEQUENO TRONCO CEREBRAL

TRAÇOS DE AUTISMO E DÉFICIT DE ATENÇÃO ASSOCIADO AO PEQUENO TRONCO CEREBRAL

A gravidade do autismo acompanha de perto a do transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH), e o tronco cerebral pode estar subjacente a essa conexão: crianças com ambas condições que possuem um tronco cerebral reduzido tendem a apresentar traços graves.

Os resultados apontam para a importância potencial do tronco cerebral em ambas as condições, que frequentemente co-ocorrem, disseram pesquisadores na reunião anual da Society for Neuroscience de 2019 em Chicago, Illinois.

“Ainda não sabemos muito sobre o tronco cerebral, e muitos estudos o omitiram de suas análises”, disse a pesquisadora principal Brittany Travers, professora assistente de cinesiologia da Universidade de Wisconsin-Madison, que apresentou os resultados não publicados. “Nossos resultados sugerem que o tronco cerebral pode ser útil para entender a base neurobiológica das diferenças individuais na gravidade dos sintomas, tanto no autismo quanto no TDAH.”

O tronco cerebral se forma no início do desenvolvimento e controla uma série de tarefas, incluindo processamento sensorial, atenção, sono e respiração. Alguns estudos identificaram anormalidades do tronco cerebral no autismo e condições relacionadas.

O tamanho importa:

Os pesquisadores examinaram 105 crianças de 6 a 10 anos: 41 delas com autismo e 25 delas também preenchiam os critérios para o TDAH. Outros 34 eram controles sem transtornos do neurodesenvolvimento, e 30 tinham uma condição que tinha alguma sobreposição genética com o autismo, como transtorno bipolar, ou tinham um parente próximo com autismo ou esquizofrenia. Os pesquisadores avaliaram por questionários a gravidade das características de autismo e TDAH das crianças.

Crianças com os traços mais graves de autismo também tendem a ter traços graves de TDAH, descobriram os pesquisadores.”As condições eram altamente sobrepostas”, diz Travers.

Os pesquisadores também calcularam o volume do tronco cerebral de cada criança usando imagens de ressonância magnética. Em geral, crianças com tronco cerebral menor apresentam traços mais graves de autismo e TDAH, descobriram os pesquisadores após controlar a idade, sexo e volume intracraniano – o espaço dentro de seus crânios – do que aqueles com tronco cerebral maior.

As descobertas são apenas um primeiro passo, diz Travers. Ela planeja investigar o que está por trás dessas diferenças de tamanho e suas possíveis consequências para a função cerebral geral.

Fonte:

Artigo traduzido e adaptado, de Emily Anthes,  para Spectrum News, em  20 de outubro de 2019.

https://www.spectrumnews.org/news/traits-of-autism-attention-deficit-linked-to-small-brainstem/

 

 

 

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MÃES JOVENS PODEM SER MAIS PROPENSAS A TER FILHOS COM TDAH

MÃES JOVENS PODEM SER MAIS PROPENSAS A TER FILHOS COM TDAH

As mães jovens podem ter maior chance de ter um filho com Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH), de acordo com uma nova pesquisa da University of South Australia.

Publicado no Nature’s Scientific Reports, a pesquisa explorou a relação genética entre características reprodutivas femininas e principais transtornos psiquiátricos, descobrindo que o risco genético de TDAH em crianças estava fortemente associado à idade materna inicial do primeiro nascimento, principalmente para mulheres com menos de 20 anos.

Na Austrália, o TDAH afeta uma em cada 20 pessoas. O TDAH é um transtorno complexo do neurodesenvolvimento que afeta a capacidade de uma pessoa exercer autocontrole adequado à idade. Caracterizados por padrões persistentes de comportamento desatento, impulsivo e às vezes hiperativo, os indivíduos acham difícil focar-se, concentrar-se e regular suas emoções.

Usando dados genéticos de 220.685 mulheres via Biobank do Reino Unido, o estudo examinou correlações genéticas entre cinco características reprodutivas femininas (idade do primeiro nascimento, idade da primeira relação sexual, idade da primeira ocorrência da menstruação, idade da menopausa e número de nascidos vivos) e seis transtornos psiquiátricos comuns (TDAH, autismo, transtornos alimentares, depressão, transtorno bipolar e esquizofrenia).

Pesquisador da UniSA (University of South Australia), o Professor Associado Hong Lee, diz que as descobertas podem ajudar a melhorar a saúde reprodutiva das mulheres e proporcionar melhores resultados para seus filhos.

“As mães jovens podem ter dificuldades, principalmente porque estão se adaptando a se tornar mães enquanto ainda são jovens”, diz Lee.

“Ao entender a relação entre ser mãe com pouca idade e ter um filho com TDAH, podemos educar e apoiar melhor as famílias mais cedo.”

“A abordagem é dupla. Em primeiro lugar, somos capazes de informar as mulheres jovens sobre o maior risco genético de ter um filho com TDAH se elas derem à luz ainda jovens. Isso pode alertar e impedi-las de dar à luz com uma idade imatura, o que não apenas melhora sua saúde reprodutiva, mas também o ambiente materno do bebê.”

“Em segundo lugar, somos capazes de educar as jovens mães sobre os recursos do TDAH, como impulsividade e comportamentos desatentos, o que pode ajudar as mães a reconhecer melhor a condição do filho e procurar tratamento mais cedo ou mais tarde.”

“O TDAH é tratável, mas o diagnóstico e as intervenções precoces são essenciais para um resultado bem-sucedido”.

O professor Lee diz que, embora as descobertas sejam significativas, existem algumas complexidades latentes.

“É importante entender que, embora exista um vínculo genético claro entre o TDAH e as mães jovens, isso não é necessariamente um relação causal.”

“O TDAH é um transtorno altamente hereditário, o que significa que uma mãe jovem também pode ter os genes que afetam o risco de TDAH, que é herdado pelo filho.”

“Saber que uma mulher tem uma predisposição genética para o TDAH pode ser registrado em seu histórico médico de família e depois usado para monitorar sua saúde e a saúde de seus filhos. Dessa forma, podemos garantir que mãe e bebê recebam o apoio e a ajuda de que precisam.”

Artigo traduzido e adaptado da publicação no site News Wise em 24 de Outubro de 2019.

https://www.newswise.com/articles/young-mums-more-likely-to-have-kids-with-adhd

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TRATAMENTO PRECOCE DO TDAH EVITA COMPLICAÇÕES GRAVES

TRATAMENTO PRECOCE DO TDAH EVITA COMPLICAÇÕES GRAVES

A intervenção precoce no TDAH ajuda as crianças na escola e no dia-a-dia. Um novo estudo mostra que a inclusão de medicamentos no plano de tratamento traz benefícios específicos, além de apresentar um menor risco de desenvolver condições co-ocorrentes.

Os medicamentos para o TDAH podem ajudar a melhorar a capacidade da criança de se concentrar em materiais educacionais e permanecer na tarefa, bem como seguir instruções e participar melhor de atividades sociais e manter amizades. Os pesquisadores dizem que lidar com os sintomas do TDAH com medicamentos não apenas melhora o comportamento acadêmico e social, mas também ajuda a prevenir outros problemas relacionados a condições co-ocorrentes.

“O tratamento do TDAH pode ajudar as crianças a evitar algumas das sérias complicações associadas ao TDAH”, diz o principal autor do estudo, Joseph Biederman, MD, chefe dos programas clínico e de pesquisa em psicofarmacologia pediátrica e TDAH adulto do Massachusetts General Hospital.

A medicação pode ter um efeito protetor

Cerca de dois terços das crianças e adultos diagnosticados com TDAH também têm uma condição co-ocorrente. Ela pode criar dificuldades para as crianças e suas famílias, além de trazer muita infelicidade para as crianças. A equipe de pesquisa do Dr. Biederman descobriu que a inclusão de medicamentos estimulantes no tratamento reduziu os riscos de desenvolver:

– Depressão maior

– Ansiedade

– Transtorno desafiador de oposição

– Transtorno de conduta

– Transtorno bipolar

– Tabagismo

– Abuso de substâncias

Isso tudo, além de melhorar o desempenho escolar e, para os adolescentes, reduzir a probabilidade de envolvimento em acidentes de carro.

“Nosso estudo comprova que o tratamento precoce com medicamentos estimulantes tem efeitos protetores muito fortes”, diz o Dr. Biederman.

Alan Geller, DO, psiquiatra que trabalha com crianças e adolescentes no Hospital Gracie Square, em Nova York, diz que, ao tratar os sintomas do TDAH, as famílias estão ajudando ativamente a prevenir problemas que podem desencadear condições secundárias ou intensificar as comorbidades existentes.

“Uma criança hiperativa que interrompe e atrapalha as aulas é desagradável”, diz Geller. “Ela acaba ficando marginalizada, o que pode levar a abuso de substâncias ou transtornos de conduta, ou ainda, depressão e ansiedade, se estiver constantemente frustrada. Ela acaba se sentindo sozinha e com a sensação de que ninguém pode ajudá-la. É um grande problema sem tratamento. ”

Entendendo os benefícios do tratamento

O tratamento do TDAH tem muitos benefícios, que podem incluir ajudar uma pessoa a viver mais. O pesquisador Russell A. Barkley, PhD, divulgou recentemente suas descobertas de que o tratamento do TDAH pode ajudar uma pessoa a não apenas evitar o desenvolvimento de condições concomitantes, mas também a gerenciar melhor as condições crônicas de saúde. Gerenciar melhor a saúde pode adicionar de nove a 13 anos à vida de alguém.

“Nossa pesquisa mostra que o TDAH é muito mais do que um distúrbio do neurodesenvolvimento, é um problema de saúde pública significativo”, diz o Dr. Barkley. “Ao avaliar as consequências para a saúde do TDAH ao longo do tempo, descobrimos que o TDAH afeta adversamente todos os aspectos da qualidade de vida e longevidade. Isso ocorre devido às deficiências inerentes à auto-regulação associadas ao TDAH, que levam a um autocuidado deficitário e a um comportamento impulsivo e de alto risco. Os resultados são preocupantes, mas também encorajadores, pois o TDAH é o distúrbio de saúde mental mais tratável na psiquiatria.”

O tratamento adequado dos sintomas do TDAH pode ajudar a criança a ter sucesso acadêmico, melhorar amizades e relações sociais e melhorar a vida familiar. Os benefícios protetores incluem o desenvolvimento de uma auto-imagem saudável e maior confiança, além de evitar o uso de substâncias, comportamentos perturbadores e atividade sexual precoce. Adolescentes que usam medicamentos como parte do tratamento têm melhores registros de direção e menos acidentes de carro.

Fonte: Artigo traduzido e adaptado do texto publicado no site do CHADD, ADHD Weekly, em 3 de outubro de 2019.

https://chadd.org/adhd-weekly/early-adhd-treatment-prevents-serious-complications/

 

 

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HACKATHON TDAH – COMO PODEMOS MELHORAR A ADESÃO AO TRATAMENTO DE PACIENTES COM TDAH ATRAVÉS DA INCORPORAÇÃO DA TECNOLOGIA?

HACKATHON TDAH – COMO PODEMOS MELHORAR A ADESÃO AO TRATAMENTO DE PACIENTES COM TDAH ATRAVÉS DA INCORPORAÇÃO DA TECNOLOGIA?

Você sabia que em média 50% dos pacientes crônicos não aderem ao tratamento?1 E que no TDAH esse número cai para 12%?2 No Brasil temos mais de 230 milhões de smartphones em uso3? Ainda, que o acesso a ferramentas digitais oferece a possibilidade de maior alcance a formas mais significativas de atenção a saúde a pacientes, familiares, provedores e instituições de saúde4?  Ou que a falta de manejo dos eventos adversos, resposta sub ótima ao tratamento, baixa adesão ao tratamento, são os principais motivos para o alto abandono do tratamento para o TDAH? Por fim, que uma ferramenta que permita uma melhor comunicação e relacionamento entre profissional de saúde, paciente e seus colaboradores pode impactar significativamente no maior engajamento do paciente e seu ecossistema, ampliando a adesão ao tratamento TDAH?5. Pois bem esse é o contexto base para desenvolvimento do aplicativo FOCUS TDAH.

Agora, buscando um maior envolvimento e participação dos usuários no processo de criação e desenvolvimento, foi lançado o primeiro HACKATHON TDAH. O termo Hackathon vem da fusão das palavras em inglês “hack”, que significa ‘quebrar’, ‘descobrir’, ‘desvendar’ ou mesmo ‘programar com excelência’, e “marathon”, de maratona. Ou seja, Hackathon é uma maratona de descobertas ou busca de soluções para um problema real. A essência de um Hackathon é envolver pessoas de diferentes características e habilidades, que compartilhem um mesmo foco para o desenvolvimento de soluções a problemas comuns, neste caso o TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade). Ou mais especificamente: Como podemos melhorar a adesão ao tratamento do TDAH através da incorporação de tecnologia?

Durante os dias 13 e 14 de setembro, no Hospital de Clínicas de Porto Alegre, ocorreu a primeira fase, de ideação, do HACKATHON TDAH. O evento reuniu médicos, profissionais de saúde, pacientes com TDAH, familiares e designers, em um desafio colaborativo e cocriativo. Ao todo foram geradas 195 ideias, desenvolvidas por mais de 60 participantes divididos em 8 equipes multidisciplinares. Neste desafio as equipes puderam vivenciar a jornada do paciente com TDAH e apresentaram um Pitch com soluções a serem validadas. A segunda fase do HACKATHON TDAH, prototipagem, ocorrerá no início de dezembro com a apresentação das equipes finalistas a uma banca de especialistas.

O evento contou com a participação de representantes da ABDA – Associação Brasileira de Déficit de Atenção e Hiperatividade. A ação foi viabilizada através de um esforço multi institucional entre a equipe do aplicativo FOCUS TDAH, o PRODAH – Programa de Déficit de Atenção e Hiperatividade, o Departamento de Psiquiatria do HCPA, o IBIS – Instituto Brasileiro de Inovação em Saúde, o NITT- Núcleo de Inovação e Transferência de Tecnológica e a Fundação Médica do Hospital de Clínicas de Porto Alegre. A Grow+ Ventures conduziu as dinâmicas e atividades num modelo baseado no Design Thinking ou Design Sprint. O HACKATHON TDAH marca o início de uma série de ações de desenvolvimento colaborativo, centrados nas necessidades dos pacientes, com foco na promoção de Saúde Mental através da incorporação de novas tecnologias.

Bibliografia:

  • Sabaté E, editor. Adherence to long-term therapies: evidence for action. Geneva, Switzerland: World Health Organization; 2003.
  • M Victor, Marcelo & Grevet, Eugenio & Iglesias Salgado, Carlos & L Silva, Katiane & O Sousa, Nyvia & Karam, Rafael & Vitola, Eduardo & Picon, Felipe & D Zeni, Gregory & Contini, Veronica & Rohde, Luis & Belmonte-de-Abreu, Paulo & Bau, Claiton. (2009). Reasons for Pretreatment Attrition and Dropout From Methylphenidate in Adults With Attention-Deficit/Hyperactivity Disorder. Journal of clinical psychopharmacology. 29. 614-6. 10.1097/JCP.0b013e3181c00b1e.
  • Revista Época Negócios – Brasil tem 230 milhões de Smatrphones em uso – 26/04/2019 – 08H20 – ATUALIZADA ÀS 17H13 – POR ESTADÃO CONTEÚDO Disponível em: https://epocanegocios.globo.com/Tecnologia/noticia/2019/04/brasil-tem-230-milhoes-de-smartphones-em-uso.html
  • Ben-Zeev, S.M. Schueller, M. Begale, J. Duffecy, J.M. Kane, D.C. Mohr Strategies for mHealth research: Lessons from 3 mobile intervention studies Administration and Policy in Mental Health and Mental Health Services Research, 42 (2015), pp. 157-167
  • Adherence, persistence, and medication discontinuation in patients with attention-deficit/hyperactivity disorder – a systematic literature review. Gajria K, Lu M, Sikirica V, Greven P, Zhong Y, Qin P, Xie J – Neuropsychiatric Disease and Treatment. 2014;2014:1543-1569. https://doi.org/10.2147/NDT.S65721

Créditos foto: @HCPA_oficial

 

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